Enquete do PL 1709/2019

Resultado

Resultado parcial desde 26/03/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 17 50%
Concordo na maior parte 2 6%
Estou indeciso 1 3%
Discordo na maior parte 5 15%
Discordo totalmente 9 26%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os municípios que são cortados por um rio em área urbana tem que ter um tratamento diferencial.

Jane Maria Cândida 25/08/2019
4

Mais desmatamento? Em nome de quem?

Tiago Mascarenhas 20/05/2021
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto negativo: Estará prejudicando a gerações atuais e futuras .

    Érica Sousa 25/03/2022
    0
  • Ponto positivo: Excelente proposição legislativa. Ninguém melhor que o Município para dirimir a questão das áreas já consolidadas às margens dos cursos d'água que, ao mais das vezes, não causa nenhum impacto ambiental. Ao contrário, contribuem para a preservação do ambiente e da melhoria da qualidade de vida dos munícipes. Não há como ignorar a realidade local, fazendo normas jurídicas genéricas e inaplicáveis nas diversas situações locais. Parabéns ao Parlamento!

    Marcos Ferreira 07/10/2021
    0
  • Ponto negativo: Discordo da diminuição da margem mínima pois estimula a ocupação desenfreada, especulações irresponsáveis, danos irreversíveis as faixas de domínio que são áreas sujeitas a inundações e enchentes. Irresponsabilidade alterar isso

    Wilhelm Milward Meiners 17/09/2021
    0
  • Ponto positivo: Responsabilidade no planejamento do município. Mais participativo e com consciência sustentável

    Wilhelm Milward Meiners 17/09/2021
    4
  • Ponto positivo: Excelente propostas, é o município que melhor conhece seu território e peculiaridades. É um absurdo impor uma norma geral a todo o território nacional, desconsiderando as peculiaridades de cada município.

    MARCOS ARAUJO 26/07/2021
    1
  • Ponto positivo: Excelente proposta! Os centros urbanos não podem ser equiparados à floresta. Temos sim que preservar as APPs, porém dentro de uma razoabilidade adequada. Por certo é o município o ente federado mais adequado para promover a sustentabilidade dessas app´s urbanas, pois mais que ninguém, é ele que conhece as peculiaridades do seu território.

    ANTONIO VIVENCE 19/07/2021
    1
  • Ponto positivo: Há ponto positivo prá quem? É projeto mudando toda uma estrutura geográfica e ambiental de toda a população para agradar meia dúzia de candangos podrosos que nosso congresso não tem coragem de dizer basta de destruição

    Jane Maria do Rosário Gomes de Sant'Ana 21/05/2021
    0
  • Ponto negativo: Esse Congresso e o anterior serão lembrados na história como os que iniciaram o Brasil estilo Mad Max. Rasgaram a Constituição na parte de deixar um mundo melhor para as futuras gerações

    Jane Maria do Rosário Gomes de Sant'Ana 21/05/2021
    0
  • Ponto negativo: Concordo com a responsabilização dos prefeitos, mas não com a diminuição das margens, mesmo que espécies nativas ainda estejam protegidas, pois o desmatamento depende de fiscalização contante e mapeamento das espécies, coisa que não ocorre. Já se estava enfraquecendo a proteção das margens, agora resolvem diminuir, próxima reforma acabam com elas neste ritmo.

    Eduardo Luz 20/05/2021
    0
  • Ponto negativo: Mais desmatamento? Em nome de quem?

    Tiago Mascarenhas 20/05/2021
    0
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    O Projeto de Lei 2717/19 define a saúde estética como área de atuação de biólogos, biomédicos, enfermeiros, farmacêuticos, fonoaudiólogos e fisioterapeutas. Conforme o texto, o profissional deve ter título de especialidade regulamentado pelo respectivo conselho de fiscalização. A proposta está em tramitação na Câmara dos Deputados. Segundo o autor, deputado Fred Costa (Patriota-MG), há insegurança jurídica nesse segmento. “A ideia é permitir que esses profissionais exerçam seus conhecimentos em saúde estética, desde que dentro dos limites da área de atuação, da formação profissional e das diretrizes curriculares”, afirmou. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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